segunda-feira, 20 de Abril de 2009
terça-feira, 7 de Abril de 2009
quinta-feira, 2 de Abril de 2009
quinta-feira, 12 de Março de 2009
Mexico Paragliding Worlds 2009 Part 2 por Nevil Hulett
domingo, 1 de Março de 2009
quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
sábado, 14 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
sábado, 7 de Fevereiro de 2009
México 11ª Manga
Última manga deste já longo Campeonato. Com uma extensão de 85,4 km a prova começou pelas 12:45h e foi cancelada às 14:45h para permitir o acesso de um helicóptero à zona com a finalidade de resgatar dois acidentados. A chegada dos primeiros pilotos ao golo estava prevista para as 15:00h. Os acidentados foram o japonês Kenichi Kawakami e um grego. Um piloto chinês também reservou nesta zona (arredores da 1ª baliza) e houve pelo menos outro pára-quedas. A manga foi invalidada porque nenhum piloto tinha chegado ao golo quando esta foi cancelada.
Meteo: o céu estava azul, entrava vento por baixo e as condições estavam duras. Térmicas muito cortadas e turbulentas, brisa forte sobre o lago desde manhã cedo.


2- WYSS, Stefan, Niviuk Icepeak 3 CHE
3- VALIC, Aljaz, Gin Gliders Boomerang 6 SVN
4- BRAUNER, Tomas, Advance Omega CZE
5- DONINI, Luca, Gin Gliders Boomerang 6 ITA
6- LITTAME, Marco, Niviuk Icepeak 3 ITA
7- SIEGEL, Torsten, UP Edge DEU
8- EICHHOLZER, Helmut, Advance Omega AUT
9- PRINZ, Ulrich, Gin Gliders Boomerang 6 DEU
10- HELGESEN, Ronny, Gin Gliders Boomerang 6 NOR~
sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Dia 13 - Manga 11 (Cancelada)
Clasificação Geral
1 - AEBI, Andy, Advance Omega CHE
2 - WYSS, Stefan, Niviuk Icepeak 3 CHE
3 - VALIC, Aljaz, Gin Gliders Boomerang 6 SVN
4 - BRAUNER, Tomas, Advance Omega CZE
5 - DONINI, Luca, Gin Gliders Boomerang 6 ITA
6 - LITTAME, Marco, Niviuk Icepeak 3 ITA
7 - SIEGEL, Torsten, UP Edge DEU
8 - EICHHOLZER, Helmut, Advance Omega AUT
9 - PRINZ, Ulrich, Gin Gliders Boomerang 6 DEU
10 - HELGESEN, Ronny, Gin Gliders Boomerang 6 NOR
51 -VIRGÍLIO, Cláudio, NiviulICepeak 3 PRT
55 - VIRGÍLIO, Nuno, AxisPara Mercury PRT
70 - SOUSA, Américo, AxisPara Mercury PRT
Clasificação Geral – Feminino
1- HOUDRY, Elisa, Niviuk Icepeak 3 FRA
2- HIRAKI, Keiko, AxisPara Mercury JPN
3- KROLL, Anja, Gin Gliders Boomerang 6 CHE
Classificação Geral – Nações
1º - Republica Checa
2º - Itália
3º - Eslovénia
14º - Portugal

México 10ª Manga

A penúltima manga deste 11º Campeonato do Mundo teve uma extensão de 117km, chegando ao golo 64 pilotos. Ontem uma piloto chinesa também abriu o reserva e o canadiano Jim Osawa aterrou para ajudá-la. Hoje mesmo estando coxa e dorida, a chinesa voltou a descolar. Já são uns poucos os parapentistas lesionados que continuam a competir. Foram 10 mangas muito longas e duras.Hoje estreou-se um novo golo situado nas proximidades do santuário das monarcas. O dia parecia mais seco e mais ventoso mas acabou por se revelar bastante agradável, sem grande turbulência e as poucas nuvens a funcionar bem. A inversão nos 3.000m e algum vento de frente a dificultar.





Os 3 pilotos portugueses iam no grupo da frente quando numa zona mais mexida, o Cláudio mete um full-stall para acalmar o pónei (dejá vu) e novamente fica com o manobrador na mão. Acabou por ter de aterrar mais à frente já que não tinha condições para continuar em prova.
O primeiro a chegar foi o norte-americano Matthew Beechinor (Niviuk) em 3h 47′, seguido muito de perto pelo venezuelano Miki Von Watcher (Niviuk). O também venezuelano Raul Penso (Niviuk) chegou em 3º. Anja Kroll foi a primeira dama a chegar em 15º lugar da geral.
O Nuno foi o 19º, o Américo 31º e o Cláudio 116º.
Classificação geral
1- AEBI, Andy, Advance Omega CHE
2- WYSS, Stefan, Niviuk Icepeak 3 CHE
3- VALIC, Aljaz, Gin Gliders Boomerang 6 SVN
4- BRAUNER, Tomas, Advance Omega CZE
5- DONINI, Luca, Gin Gliders Boomerang 6 ITA
6- LITTAME, Marco, Niviuk Icepeak 3 ITA
7- SIEGEL, Torsten, UP Edge DEU
8- EICHHOLZER, Helmut, Advance Omega AUT
9- PRINZ, Ulrich, Gin Gliders Boomerang 6 DEU
10- HELGESEN, Ronny, Gin Gliders Boomerang 6 NOR
Classificação geral dos pilotos portugueses
Cláudio Virgílio - 51º
Nuno Virgílio - 55º
Américo Sousa - 70º
Portugal mantém o 14º por selecções

Dia 12 - Manga 10
Cláudio Virgílio - 51º Classificado
Nuno Virgílio - 55º Classificado
Américo Sousa - 70º Classificado
Américo Sousa - 31º Classificado
Cláudio Virgílio - 116º Classificado
Itália 2º
Eslovénia 3º
Portugal - 14º Classificado
Podem ser encontrados nestes links.

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México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
10ª Manga
nuvens a funcionar bem.O start na planície com regresso ás cristas bem conhecidas na zona da baliza 3Reis. Depois a passagem para o planalto a ser a única parte do voo mais chata, com uma inversão nos 3000m e algum vento de frente a dificultar, mas como ainda estava um grupo bastante grande na frente, acabou por ser bastante óbvio
percerber como o ar se estava a comportar.A partir daqui foi bastante rápido com 3 trajectos (ida-volta-ida de novo) na zona da confluência.
Íamos os 3 no grupo da frente e no regresso, numa zona mais mexida, o Cláudio mete um full-stall para acalmar o pónei, quando (dejá vu) fica com o manobrador na mão... e fio partido novamente. Acabou por ter de aterrar mais à frente já que não tinha condições para continuar em prova.
Restávamos eu e o Américo pelo que nos empenhámos em seguir caminho. Eu continuei sempre no grupo da frente, com o Américo a puxar o andamento dos perseguidores.Ida e volta de novo á planície com passagem na Mesa por trás do Peñon e siga jogo. O tecto estava jeitoso (3500) com boa térmica mas o dia já ia adiantado pelo que não perdemos tempo. Os últimos quilómetros foram bastante tácticos com o grupo a girar meias térmicas apenas, no sentido de ir avançando rapidamente e com umas tentativas de fuga pelo meio, rapidamente anuladas.

A chegada ao End-of-speed-section (4km de raio do golo) foi muito rápida, mas havia ainda que cruzar a linha a 2900m de altitude.. O grupo de cerca de 30 pilotos chegou separado por poucos segundos, em duas metades: os qua arriscaram mais baixo e os que garantiram o cruzar da linha.
Houve por isso alguns que finalizaram o tempo mas não conseguiram subir o suficiente para ultrapassar o último desnível e chegar ao Santuário das borboletas Monarca, local do golo.Eu estou algures entre os 15-20, o Américo chegou logo depois no grupo seguinte coladinho ao Luca Donini, a rondar os 30-35. Para não variar, terão chegado mais de 80 pilotos ao final dos 117km.

Amanhã é o último dia, espera-se uma manga mais curta mas ainda tudo pode mudar na frente. Aguardamos ainda os resultados oficiais.
Hasta luego!
Nuno Virgílio
quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
9ª manga
para start e a 1ª baliza no plano, estavam bem posicionados para o início da corrida. Eu não consegui subir tão bem inicialmente, e por isso mantive-me mais perto da descolagem. Consegui no entanto seguir uma boa linha em direcção à primeira baliza, o que me permitiu ganhar uma posição mais confortável, pois passei a ter pilotos mais baixos que eu e à minha frente a marcar caminho.Picada a baliza fiz o regresso ao El Peñon sem grandes pressas pois a manga era longa e ainda nada estava decidido. O Nuno vinha com cerca de 15 minutos de atraso para mim e fez o regresso mais pela esquerda encurtando algum caminho e recuperando algum tempo. Já o Américo teve um ponto bastante baixo junto à primeira baliza e acabou por atrasar-se. No entanto, conseguiu agarrar uma térmica-canhão que o pôs de volta à corrida e seguindo o mesmo percurso que o Nuno ganhou algum tempo e encurtou a distância que o separava do grupo da frente.
A 2ª Baliza foi em Divisadero, no final da crista, depois dos 3Reis. Eu consegui subir bem no El
Peñon e depois na Crazy Thermal do G-Spot e segui sempre alto até à baliza. Tinha cerca de 10 minutos de atraso para os primeiros, mas acabei por apanhar o grupo da frente ainda no planalto, quando seguíamos em direcção a Elefante (a 3ª baliza). Foi necessário subir até à nuvem pois a transição de quase 15km não dava muitas garantias de subida intermédia, e a baliza estava no lado oposto do lago. Houve pilotos a rodearem o lago pela esquerda, outros (a maioria) pela direita e outros ainda que o atravessaram a direito.O Nuno e o Américo seguiam atrás com 15-25 minutos de atraso, mas a recuperarem bastante. Ao termos rodeado o lago e passado por cima de Valle de Bravo, acabamos por ficar muito baixos e com térmica muito fraca. Valeu sermos um grupo de uns 30 pilotos pois só com a ajuda de todos a rastrear a área conseguimos safar-nos. Fazemos a baliza e subimos todos até à nuvem (3900m). Iniciámos a transição de 18km para a ultima baliza. Coladinhos às nuvens, de acelerador quase a fundo, chegámos a atingir velocidades de 80kmh. A cara gelada, os dedos a começarem a deixar de se sentir...estava muito frio lá em cima!
O Nuno, entretanto, tinha recuperado muito e já seguia com um atraso de pouco mais de 3minutos mas com menos 400m que nós no grupo da frente. O Américo estava com um grupo que decidiu atravessar o lago a direito, e ao querer garantir, optou por seguir uma rota quase solitária, mas com mais garantias em direcção às nuvens pela direita. Acabou por ficar muito baixo e não conseguir subir. Aterrou a 7km desta 3ª baliza. Lá na frente, quando faltavam cerca de 6km para a ultima baliza (3 Reis) ficámos com vento de frente e a progredir com mais dificuldade. O Nuno que já vinha mais baixo, chegou a andar a 30kmh de acelerador a fundo. Estava a entrar pelo escoamento do vale que o levaria a 3Reis e foi aqui que a altitude se revelou fundamental. Acabou por aterrar a uns 5km desta ultima baliza.

Eu piquei os 3 Reis ainda alto, e voltei quase directo ao fumo de uma fogueira que havia ali próxima, na direcção do golo. Já lá cheguei com pouco mais de 50m para o chão,mas resultou muito bem e rapidamente garanti altitude suficiente para chegar ao golo. Pelas nossas contas devo ter entrado nos 20 primeiros. Chegaram uns 60-70 pilotos ao golo. Faltam 2 dias e possivelmente pouco mais de 200km para acabar a prova, e embora já hajam muitos pilotos cansados, nós ainda estamos aqui como no primeiro dia!
Rhaztaaa.
Dia 11 - Manga 9
Cláudio Virgílio - 34º Classificado
Nuno Virgílio - 63º Classificado
Américo Sousa - 78º Classificado
Nuno Virgílio - 89º Classificado
Américo Sousa - 107º Classificado
Itália 2º
Eslovénia 3º
Portugal - 14º Classificado
Podem ser encontrados nestes links.

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Manche du 040209 (Equipa Francesa)
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News of the Day 04.02.2009 (Equipa Alemã)
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México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
México 9ª manga

Hoje voaram-se 106km sendo o primeiro a chegar ao goal Urban Valic (Niviuk) com a estonteante marca de 2h 57m. Tomou uma decisão de risco de ir pela margem oriental do lago a caminho da 3ª baliza, conseguindo chegar isolado, 15 minutos à frente do grupo perseguidor. O segundo foi Tomas Brauner seguido de Aljaz Valic. Hoje foi o dia dos irmãos eslovenos. O tecto estava muito alto (4.200m) com uma convergência bem definida por estradas de nuvens ampliada pela humidade. As condições permitiram cerca de 50 pilotos na meta.



Hoje foi a vez da venezuelana Joanna Di Grigoli (Gradient XC2) lançar o reserva. Ficou dependurada numa árvore mas saiu ilesa do incidente.

Segundo a opinião do Américo, hoje foi o dia mais difícil: tudo resumia-se à tomada de altura por parte dos pilotos, conservá-la e tentar chegar ás nuvens. Com muitas sombras custava romper a primeira inversão (a 2.800m). O Cláudio reconhece que hoje voou um pouco mais calmo, pisando menos o acelerador. Tanto o Américo como o Nuno não chegaram ao goal.
18º- Cláudio
89º- Nuno
107º- Américo
Nas Senhoras:
1ª- Marina (Russia)
2ª- Anja (Suiça)
3ª- Renata (Checa)
Classificação geral
1º- Andy Aebi - 8268
2º- Stefan Wyss - 8135
3º- Tomas Brauner - 8084
4º- Aljaz Valic - 8049
5º- Luca Donini - 7871
29º- Frank Brown
34º- Cláudio
63º- Nuno
78º- Américo
Por equipas Portugal mantém o 14º lugar.
Dia 11 - 9ª Manga
Uma prova de 106 km, aparentemente mais difícil que nos dias anteriores e que permitia duas opções estratégicas distintas. A opção mais arriscada foi aquela que permitiu ao Urban Valic chegar isolado ao golo, após ter atacado a 3ª baliza pela esquerda. Outros pilotos tentaram fazer o mesmo, correndo alguns riscos e sem grande sorte.A previsão meteorológica anunciava ventos de SW à altura da descolagem e os pilotos atingiram altitudes acima dos 4.000 m, sendo que um dos pilotos afirma ter atingido os 4.600 m. Apenas 59 pilotos chegaram ao golo e os mais rápidos apenas necessitaram de 3 horas para cobrir a distância da prova.
Com o campeonato a aproximar-se do final, temos os pilotos Aeby, Wyss e Brauner a conseguirem segurar a sua posição classificativa.
Este foi um dia negro para o italiano Luca Donini, que perdeu as suas aspirações ao pódio final, quando aterrou a 1 km do golo na corrida final, em confronto directo com Aebi que chegou marginalmente baixo ao golo no grupo
que liderava a prova. Ao que parece, neste campeonato do mundo todos acabam por ter um mau dia (exceptuando Aeby, Wyss y Brauner, de momento).O Cláudio voltou à sua regularidade habitual no topo da prova, chegando ao golo entre os vinte primeiros. Ultrapassou bem o incidente de ontem na zona apelidada de “crazy termal”!
O Nuno conhece bem esta zona onde se desprendem térmicas muito turbulentas. Hoje o lançamento do reserva, tocou à Venezuelana Joanna Di Grigoli (Gradient XC2), logo após a descolagem e saiu ilesa. Este foi o dia mais difícil para o Américo. Ninguém sabia como se iria desenrolar a manga, pois parte do percurso era novo. Dos pilotos Portugueses, apenas o Cláudio conseguiu chegar ao golo em 18º e reconhece que neste dia voou um pouco mais “calmo” e pisando menos no acelerador.
Amanhã existe a possiblidade de se realizar a penúltima manga, mas esta noite o tempo está a mudar, fez muito vento, entrou bastante humidade e nebulosidade. Aguardamos por por mais mangas neste Campeonato do Mundo de Parapente…
quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
México 8ª Manga

A manga de hoje teve um circuito de 114km com as melhores condições de voo de todo o campeonato (térmicas de +10m/s e tecto nos 3.700m). Tal como ontem o vencedor foi o búlgaro Yassen (MacPara Magus 6). Entrou no goal 15 segundos antes que Chrigel Maurer (Advance) - afinal continua em prova. Yassen precisou apenas de 2h 36′ 05" para cobrir os 114,3 km da prova (uma média de 39,65 km/h), um feito notável para uma manga de parapente onde se voa contra-vento. É a prova mais do que provada do potencial de velocidade e rendimento das asas e pilotos da actualidade.
Chegaram ao golo nas margens do lago 85 pilotos. Tal como Chris Maurer, Anja Kroll decidiu continuar em prova chegando ao golo, se bem que a primeira mulher foi a japonesa Keiko, diante da líder francesa Elisa Houdry, da norte-americana Kari e da checa Renata.
Infelicidade para o nosso jovem Cláudio Virgílio: de acelerador a fundo e ao regressar à confluência na zona da Mesa, teve um incidente chato com colapso total da asa. Mete um full-stall para recuperar mas por ironia do destino, partiu-se a linha do manobrador e ficou sem controlo, daí que a única opção foi mesmo o reserva mas saiu ileso.



Resultados dos pilotos portugueses na 8ª manga:
Nuno Virgílio - 35º Classificado
Américo Sousa - 63º Classificado
Cláudio Virigílio - 108º Classificado
Classificação geral:
1- AEBI, Andy, Advance Ómega CHE
2- DONINI, Luca, Gin Gliders Boomerang ITA
3- WYSS, Stefan, Niviuk Icepeak 3 CHE
4- BRAUNER, Tomas, Advance Omega CZE
5- VALIC, Aljaz, Gin Gliders Boomerang 6 SVN
6- BIASI, Christian, Gin Gliders Boomerang 6 ITA
7- SIEGEL, Torsten, UP Edge DEU
8- HELGESEN, Ronny, Gin Gliders Boomerang 6 NOR
9- LITTAME, Marco, Niviuk Icepeak 3 ITA
10- MAURER, Christian, Advance Omega CHE
Três italianos nos primeiros dez...
43º- Cláudio Virgílio
58º- Nuno Virgílio
73º- Américo Sousa

Artigo adptado por João Brum (Clube Asas de S. Miguel)
Dia 10 - Manga 8
Cláudio Virgílio - 43º Classificado
Nuno Virgílio - 58º Classificado
Américo Sousa - 73º Classificado
Américo Sousa - 63º Classificado
Cláudio Virigílio - 108º Classificado
Itália 2º
Eslovénia 3º
Portugal - 14º Classificado
Podem ser encontrados nestes links.

Manche du 030209 (Equipa Francesa)
Antje, our beacon (Blog da Equipa da Austrália)
3 de Enero - Octava manga (Blog da Equipa da Argentina)
Mexico task 8 (Equipa da África do Sul)
Antje cracks the ton!!! (Blog GoFlyXC PG Worlds)
Day 10 – Task 8: 144km race to goal (Blog da Equipa da Belgica)
Mondiali MEX09 Task 8 (Blog da Equipa da Itália)
News of the Day 03.02.2009 (Equipa Alemã)
Worlds task 8 (Blog da Kaudia Bulgakow)
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México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
Dia 10 - 8ª Manga
demasiado, mas tudo de catálogo.Voa-se muito rápido, na primeira hora foram 50km na confluência, sempre de nuvem em nuvem. O regresso pelo mesmo caminho a baixar a média já que era ligeiramente contra vento.
grupos a tomar opções distintas, mas a convergir tudo na 3ª baliza.Eu e o Cláudio estávamos juntos mas tomámos uma opção menos boa e atrasámo-nos do grupo da frente. Ao regressar à confluência na zona da Mesa, o Cláudio teve um incidente chato com colapso total da asa. Mete um full-stall para recuperar mas por ironia do destino, partiu-se a linha do manobrador e ficou sem controlo, daí que a única opção foi mesmo o reserva.
Aterrou bem e foi prontamente resgatado pela organização. A asa não ficou
danificada e amanhã já está pronto a voar como até aqui - bem rapidinho..Após as comunicações com a base a dar as coordenadas, e tendo a confirmação que estava tudo bem, seguimos para os 30km finais, que foram novamente bastante rápidos. O golo foi no Cerro Gordo, com aterragem na margem do lago. No final
subia-se por todo o lado e chegámos a Valle de Bravo com 2000m sobre o lago.O Américo chegou pouco depois de mim, depois de ter estado baixo logo no início da prova e ter feito uma recuperação de trás para a frente em andamento sempre muito rápido.
terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Dia 9 - Manga 7
Cláudio Virgílio - 27º Classificado
Nuno Virgílio - 60º Classificado
Américo Sousa - 80º Classificado
Américo Sousa - 24º Classificado
Nuno Virigílio - 33º Classificado
Itália 2º
Eslovénia 3º
Portugal -14º Classificado

Link para o Voo do Cáudio Virgílio (2 de Fevereiro de 2009)
Podem ser encontrados nestes links.

Manche du 020209 (Equipa Francesa)
High cloudbase and lots of long glides (Blog da Equipa do Canadá)
If only it were always this easy (Blog do Mads Syndeergard)
Highs and Lows (Blog do Mark Haiman)
2 de Febrero - Septima Manga (Blog da Equipa da Argentina)
World Champs: Day 9 Task 7(Blog da Equipa da África do Sul)
Day 9 - Task 7: 97.4km race to goal (Blog da Equipa da Belgica)
Manche du 020209 (Equipa Alemã)
Manche 7, bonjour la reprise! (Blog da Equipa ABAC)
High an dry (Blog GoFlyXC PG Worlds )
High an dry (Blog do Robert Aarts)
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México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
Dia 9 - 7ª manga
vento fraco e tecto mais alto que nos dias anteriores.Foi definida uma prova de 97km, desta vez quase toda fora da zona habitual da confluência, a puxar mais para o plano a Oeste da descolagem.
O start e primeira baliza no vale em frente ao Peñon e depois dois pontos bastante distantes que obrigavam a rota a cruzar novamente a zona inicial. O final seria na margem Oeste do lago com aterragem na margem oposta, no relvado do costume.
Após as primeiras descolagens percebeu-se que a actividade térmica não estava tão forte como nos dias anteriores, e as subidas iniciais foram demoradas devido a uma maior estabilidade. No start estávamos todos bem posicionado e iniciámos a corrida.
Logo aqui se verificou o que viria a ser uma constante ao longo do voo: vários grupos a tomar opções e rotas distintas. O grupo maior foi pela crista Maguey-Divisadero, com o Américo a puxar o andamento, enquanto outro grupo mais pequeno onde me encontrava atacou directamente pelo plano. Alguns pilotos fizeram ainda a travessia para 3Reis e daí para a baliza, com o Cláudio na molhada.A opção directa, revelou-se a mais rápida e conseguimos recuperar algum tempo perdido no start, picando a baliza bem alto e voltando imediatamente ao final da crista em frente ao Peñon. A travessia para a baliza seguinte foram 30km também com opções diversas, onde os grupos da frente acabaram por se juntar sensivelmente a meio do caminho. O Cláudio aqui fez uma jogada bastante boa, subindo sozinho numa térmica-canhão que o
deixou numa posição bastante confortável e a partir daí não largou mais o grupo que liderou até ao final.Eu e o Américo voámos também num bom grupo em perseguição do primeiro. O ataque á parede da descolagem iria definir as posições finais, pois a meta estava bastante próxima e numa zona que já conhecemos onde se anda muito rápido e sem perder altura. O Cláudio vinha a abrir na frente mas teve de temporizar pois chegou em contra-ciclo à parede, e foi alcançado pelo grupo que o seguia. Os que vinham com ele (Wiss, Aebi, Mads e Yassen) ficaram a subir na descolagem ao verem que a opção não compensava.
O final foi muito rápido e chegaram muitos pilotos ao End-of-Speed-Section com alguns, no entanto, a não
garantirem altura suficiente para atravessar o lago, perdendo por isso os pontos de tempo.A manga foi ganha pelo Búlgaro Yassen Savov, seguido por Andy Aebi. O Cláudio chegou cerca de 10 minutos depois com o resto do Team a fechar cerca de 5-7 minutos mais tarde. Foi uma manga trabalhosa e com menos nuvem que o habitual, o que torna as transições menos óbvias e as térmicas mais mexidas. Ainda assim voámos quase 100km em pouco menos de 3h, o que dá uma média bastante coiso.
Os resultados devem sair mais logo, estamos focados na recuperação.
Missão cumprida, venham as próximas! ;) Nuno Virgílio
segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
MS v paraglidingu 2009 por Tomas Brauner (Piloto da Republica Checa)
Actualização dos resultados e notícias diversas
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The Theatre of Life. (Blog do Mark Haiman)
Domingo 1 (Blog do Mario Arqué)
Et aprés...(Blog da Equipa ABAC)
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Maxime Bellemin Blog (Lista completa de Feeds)
México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
domingo, 1 de Fevereiro de 2009
México: Dia de luto

Hoje não houve prova, foi um dia triste e muito emotivo. De manhã, numa reunião com todos os chefes de equipa, a organização decidiu realizar uma homenagem ao Stefan Schmoker, declarando um dia de luto. Os pilotos podiam voar e muitos deles fizeram-no levando flores para as lançar do alto sobre o lago. À tarde celebrou-se uma missa em memória do jovem suíço na igreja de Valle de Bravo.
Afinal a equipa suíça vai continuar em prova, concentrando-se agora nos títulos individuais. Não quiseram substituir Stefan pelo piloto de reserva.
Na descolagem, Martin Scheel (chefe da selecção helvética) proferiu umas palavras. A organização também falou aos pilotos e disponibilizou flores. O local estava repleto de emoções, com um calor humano extraordinário, enquanto os pilotos se preparavam para descolar. Sensibilizados com a situação, todos aqueles que não voaram (acompanhantes, amigos e organização) amiúde não puderam conter as lágrimas.









Artigo adptado por João Brum (Clube Asas de S. Miguel)
Fotos e texto do Mario Arqué (Perfils.info)
Dia 8 - Prova do dia cancelada
Após a revitalização do dia anterior a equipa está forte e confiante.
Reunião de Team Leaders às 8:15, como habitual e tudo pronto para lançar a 7ª manga do Campeonato. Contudo, a meio da reunião, sentiu-se alguma agitação e o Team Leader da Dinamarca propõe que não se voe hoje em memória de Stefan Schmoker, já que o dia de
ontem tinha sido um dia oficial de descanso e não um dia de reflexão oficial. Outras propostas surgiram, a organização também fez a sua e, acabaram por decidir colocar cada uma delas a votação.Estas situações são algo difíceis para todos e, desta forma a organização acaba por lançar aos Team Leaders a decisão que deveria ser sua. Acabada a votação, a decisão foi a anulação do dia de competição e que, em sua substituição, se faria um voo desde a descolagem de El Peñon até à aterragem de Valle de Bravo. Os pilotos transportariam consigo algumas flores que largariam no ar sobre a aterragem e/ou localidade.
Sabemos que em situações delicadas, as pessoas têm comportamentos distintos e que, cada um acaba por trabalhar o assunto à sua maneira, tendo por isso, no final, actuações completamente distintas.
Na Equipa de Portugal o problema foi tratado no 1º minuto de oportunidade, agarrado, trabalhado e resolvido em Equipa. Não se julgue que foi fácil para alguém, mas há coisas que fazem parte do nosso trabalho.Essa forma permitiu, sem dúvida, um enorme fortalecimento e uma coesão que nos colocou prontos para voar 24horas depois do impacto.
Não quer dizer que tenhamos passado a ser “duros” de um momento para o outro, quer dizer que sabemos perfeitamente o que estamos aqui a fazer. Temos consciência de que escolhemos viver intensamente e que existe risco naquilo que fazemos.
Temos a certeza de que esta consciência nos torna mais aptos a resolver situações difíceis de voo e a evitar muitas das consequências nefastas de alguma opções.
Estamos certos de que só a consciência plena dos riscos que assumimos e a certeza de querermos viver desta forma, nos faz saber o que fazemos a cada momento e que tudo o resto já não depende de nós. Essa forma de estar traz-nos a tranquilidade de aceitar os momentos e os caminhos que cada um de nós tem de percorrer.
A confusão em que os sentimentos por vezes nos obscurecem acabam sempre por nos levar a tomar decisões confusas e nem sempre as melhores para nós ou para os outros. Penso que compete aos Team Leaders assumir a gestão nestas situações de forma a que o impacto seja minimizado aos pilotos. Assim, considero que a competição deveria ter seguido no dia de hoje conforme planeado, ainda para mais depois do dia de ontem não ter havido prova.Considero que as equipas que fizeram o trabalho profundo que nós fizemos estavam igualmente prontas e que, aqueles que se afogaram em coisas supérfluas, aditivos ou depressão não. Fizemos o nosso luto e a vida avança para quem cá continua.

Dois dias após o acidente, voltar a abrir uma ferida que está em cicatrização acaba por ser demasiado violento para todos. Daí que, a descolagem tenha voltado a ser invadida por emoção.
Essa situação não é a mais adequada em defesa da “sanidade mental” de todos os intervenientes numa competição de tão alto nível. Deverá ser da responsabilidade das equipas técnicas sanar qualquer tipo de impacto negativo no objectivo da protecção de cada um dos seus pilotos e na sua habilitação para fazerem aquilo que de melhor sabem: voar!
Sei que a organização comungava também desta posição, mas o resultado do dia acabou por não ser esse. É lamentável obrigarem-se os pilotos a esta situação e a voltar a este assunto tão
rapidamente. Apesar disso, o nosso trabalho voltou a ser feito e a nossa equipa está em forma para começar amanhã com toda a força que se impõe a uma equipa de competição de alto nível.Amanhã, com o apoio de todos vós, lá estaremos a chegar ao Goal numa boa posição.

Paulo Branco
Dia 7
Após o briefing de team leaders, dirigimo-nos ao Santuário das borboletas Monarca, local de características invulgares e que em todos deixou uma marca significativa. Quer pela beleza do
mesmo, no seu todo, quer pela caminhada que necessitamos fazer, através de um bosque de denso arvoredo, que, após cerca de 40 minutos de subida, nos faz deparar com algo de invulgar. Estamos em presença de árvores de grande porte parcialmente recobertas por milhares de borboletas, aguardando que a radiação do sol lhes proporcione condições para saírem do seu ponto de apoio e esvoaçarem num carrossel estonteante, comunicando uma energia de vida que a todos contagiou.Pelas suas características invulgares de biosfera de protecção a esta espécie animal, este local irradia algo que todos os presentes sentiram, levando, espontaneamente, a um estado de recolhimento e respeito pelo que ao nosso redor se processava. E quando iniciamos a descida, todos nos encontrávamos relaxados e em harmonia com o local.

Sacudido, parcialmente, o muito pó acumulado, retomamos a viagem em direcção a Tenango de Valle, para visitarmos um outro santuário, o das pirâmides que registam a presença de Incas e Azetecas.
De novo uma caminhada, nem tão longa, nem tão íngreme como a anterior, nos leva ao sopé da primitiva cidade. A subida aos vários patamares e às diversas pirâmides proporciona-nos uma experiência única. O impacto é grande. Quer pela grandiosidade do complexo, quer pela sua sobriedade. Mas, sobretudo, pela força que se sente emanar do local. E cada um de nós, a seu modo, ao seu ritmo, estabeleceu contacto e dialogou com o seu EU interior. Mais uma vez o Sol esteve presente em todo o esplendor e ajudou a reforçar, e embelezar, o momento.
Serena e relaxadamente descemos patamar a patamar, procurando reter o máximo possível do que nos rodeava. Acabada a descida, dirigimo-nos a uma tenda onde se preparavam umas deliciosas queijadillas, que ainda não conhecíamos, mas que foram do nosso agrado. Seguiu-se o
rumar a casa, para jantar e preparar o dia de amanhã.Todos sabemos quanto o dia 30 de Janeiro foi penoso e recheado de acontecimentos funestos. Mas que fazem parte da essência da condição humana. E são momentos como estes que permitem revelar, em cada um de nós, características que por vezes desconhecemos e nos fazem crescer. A nossa Selecção revelou uma maturidade e uma presença de espírito que a todos engrandece. Não se fica indiferente ao presenciar o acidente e queda fatal de um colega de competição, que diariamente se preparava para o seu voo mesmo ao nosso lado, trocando-se votos de bom voo antes de descolar. Mas cada um está em paz consigo mesmo. Consciente de que fez, e bem, tudo que estava ao seu alcance nesse difícil momento.

O espírito ganhador da nossa Selecção, já comprovado, mantém-se. Pois cada dia de competição é visto como o primeiro, em que fazemos o nosso melhor. Com a serenidade de quem sabe quem é, onde está e por que razão está.
Agradecemos todo o apoio que nos têm dado, muito importante para todos nós.
MS v paraglidingu 5. kolo por Tomas Brauner (Piloto da Republica Checa)
Worlds 2009 Parte 1 por Nevil Hullet (Piolto Sul-Africano)
Filme promocional do XI Campeonato Mundial de Parapente
sábado, 31 de Janeiro de 2009
Dia 6
Nessas alturas questionamo-nos acerca dos caminhos que tomamos e das motivações que estimulamos. Contudo, viver passa por isso mesmo e, num mundo em que a realidade supera claramente a ficção, a agressão dos sentimentos acaba por vir a permitir-nos abrir novas portas para os sonhos que irão voltar a fazer-nos lutar para conquistar aquilo que nos parece ser o essencial da vida.
O trágico acontecimento desde dia 30 de Janeiro em Valle de Bravo provocou um enorme impacto em toda a construção que havia sido desenhada no rosto desta equipa e na esperança de uma nação.
O acidente do piloto Suíço decorreu mesmo ao lado dos pilotos da equipa nacional. Nesse momento, o valor da vida de um companheiro de voo parece ser superior aos pontos que se irão perder, à melhor posição de sempre, aos adversários impossíveis de ganhar que neste momento se encontram para trás.
Entre transmissão rádio, lançamento de coordenadas, tentativas de aterragem num local completamente inacessível, condições de voo a roçar a agressividade total, a frustração da tentativa aliada à impossibilidade de chegar onde se pretende e a invasão de milhões de sentimentos contraditórios acabam por desmoronar a muralha, por mais sólida que se tenha apresentado após 5 mangas de aguerrida competição.
Quem está perto não lhe chega e quem está longe não os tranquiliza. Apesar de tudo é necessário conduzir a equipa e tentar transmitir a calma que não nos acompanha e deixar que as palavras lançadas nos 143.350Mhz consigam alcançar o objectivo em que o coração não acredita.
Num só momento voar passou a ser efémero e a vida adquire outro significado. Os pensamentos atropelam-se, o fluxo neuronal vai ao rubro e as milhões de questões surgem como lâminas a cruzar o meu céu. O meu céu! Aquele em que a magia não tem limites e onde um dia a felicidade foi encontrada. Voar neste imenso ar de emoções não permite qualquer tipo de pensamento consciente, opção táctica ou acção estratégica.
É incrível como ainda é possivel estar no ar. Transitar, voltar a subir.
Uma após outra, a conquista do espaço que separa o momento do objectivo permite avançar a cada quilómetro, enquanto as emoções obscurecem qualquer capacidade consciente para fazer o que se pretende. O chão suga ferozmente e a vontade acompanha-o.
Estar no ar não é aquilo que se procura e isso vai custar muito a todos e muito mais a cada um.
O chão! Que chegue o chão! Só o chão pode trazer a tranquilidade há muito esquecida.
O desejo torna-se realidade mas a tormenta não se afasta. O chão aí está mas os sentimentos permanecem. Ainda para mais que este, afinal, nem é o nosso lugar.
Nós somos filhos da grande águia e irmãos do vento. O ar é o nosso leito! O nosso contentamento.
Contudo, os sentimentos não permitem ver mais além apesar de apenas espectadores de uma acção em que papel nenhum poderemos desempenhar, num momento em que milhões de outras coisas se passam e às quais nem sequer poderemos aceder.
O dia avança e o stress adquire, constantemente, novos significados atingindo tudo e todos. Ninguém fica imune, ninguém consegue fugir, a ninguém é permitido esconder. Enfrentemos então a realidade que nos derrota. Olhemos os nosso medos e lembremos quem somos, qual a nossa essência, qual o nosso olhar. É esse o momento em que muitos outros não nos compreendem nem têm de o fazer, é nesse momento que a avalanche das emoções nos apanha e arrasta como um saco velho lançado ao lixo.
Porém, uma luz parece teimar em iluminar a escuridão que nos envolve e o sonho parece reaparecer. Compreendemos a forma que adquirimos e aceitamos o que nos acolhe. É esse o momento do renascimento em cada um de nós. O desabrochar de uma nova forma de estar, de pensar e de aceitar o rumo de tudo o que não depende da nossa vontade. A luz alimenta a vida e permite voltar a olhar o ar como os braços que tão levemente nos acolhem.
Nunca saberemos se a consequência dos acontecimentos em Valle de Bravo no dia 30 de Janeiro de 2009 ocorreriam com as mesmas pessoas se elas não estivessem neste lugar.
Nunca saberemos o que conduziu a esta conjugação de factores que nos permitiu viver este momento tão intensamente.
Nunca saberemos que pessoas seríamos se não nos tivesse sido permitido acolher tais sentimentos e emoções;
Nunca saberemos como seria o mundo à nossa volta se não tivéssemos escolhido voar.
Sabemos sim, que a magia está lá! No ar!
Sabemos, todos aqueles que um dia saíram em direcção a uma nuvem e sentiram o seu paladar, o seu cheiro, o seu tacto.
Sabemos que um dia escolhemos voar, e que a partir do momento em que essa escolha foi feita nos encontrámos e nunca mais fomos os mesmos.
Sabemos que quem já lá esteve, lá quererá voltar, pois esse é o seu caminho, a sua felicidade, a nossa luz.
Conhecemos a felicidade de cruzar os céus num farrapo voador.
Conhecemos o sorriso daqueles que acabaram de aterrar.
Hoje e amanhã, os pilotos não contarão as suas histórias não partilharão as suas emoções de voo, não vos levarão nas suas asas.
Hoje e amanhã, aproveitamos todos para sentir o prazer que temos em voar e, pensemos nos nossos companheiros que voaram para outras paragens, lembremos o seu sorriso, a sua satisfação, a sua felicidade no momentos em que aterravam, nos momentos em que nos ultrapassavam e em todos os momentos em que partilharam connosco esta sua existência.
Lembremos os momentos que tivemos oportunidade de partilhar com eles aquele segredo e aquela magia que só quem voa conhece.
Lembremos todas as pessoas que são importantes para nós.
Segue-se o dia de descanso após 6 mangas. A pontuação, sem dúvida importante, não é mais do que um resumo das experiências vividas, a nossa vida virá a ser muito mais do que isso. No entanto, o dia 1 de Fevereiro voltará a trazer a paz e a vontade de chegar a tudo e todos os que estiverem ao nosso alcance. E, nesse momento, partilharemos a alegria de estar no ar a sorrir e a felicitar os mais rápidos, os mais fortes, os mais altos. Voltaremos a levar-vos nas asas da imaginação e, a fazer, uma após outra, cada uma das 6 mangas que ainda iremos voar neste Campeonato do Mundo 2009 em Valle de Bravo – México.
Obrigado pela vossa partilha.

Paulo Branco
Manga 6
Resultados oficiais da Manga 6 (Link)
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R.I.P. Stefan Schmoker
sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
Cláudio Virgílio já é 4º classificado no Mundial de Parapente (RTP Desporto)
Curiosidades sobre o local de voo
A boroboleta Monarca migra todos os anos do Canadá para o México, passando o inverno em vários locais deste país da América Central, entre eles o Valle de Bravo.A melhor altura para se voar neste já mítico local começa em Dezembro e
estende-se até Abril. Durante Janeiro e Fevereiro o tecto de nuvens está em média entre os 3.300 e os 3.800 metros.A descolagem El Peñon situa-se em Temascaltepec (a 15 km de Valle de Bravo) a 2.200 m de
altitude; a temperatura na zona varia dos 10 aos 30º; as térmicas podem atingir os 9m/s com grandes descendentes, daí advindo grande instabilidade e condições fortes…para pilotos de “barba rija”! Para os pilotos mais calmos aconselha-se a descolagem La Torre (2.100m) sobre o lago, em voo de final de tarde…ao aterrar nas margens do mesmo uma Corona fresca certamente o espera!
Artigo de João Brum (Clube Asas de S. Miguel)
Fotos do Martin Scheel e Mario Arqué
México 5ª manga





Classificação oficial da equipa portuguesa liderada pelo Paulo Branco:
52º - Nuno Virgílio
73º - Américo Sousa
2º- Itália
3º- USA
11º- Portugal
Manga 5
Américo Sousa - 73º Classificado
Cláudio Virgílio - 38º Classificado
Amércio Sousa - 64º Classificado
Portugal -11º Classificado
Link para o Voo do Cláudio Virgílio (29 de Janeiro de 2009)
Resultados - Relatos diários - Reportagens fotográficas - Entrevistas - Filmes
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Mais relatos ...
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...more day 5(Blog da Equipa da Austrália)
29 de Enero - Quinta Manga (Blog da Equipa da Argentina)
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News of the Day, den 29.01.2009 (Equipa da Alemanha)
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México 09: Los Equipos Latinos (Ojo Volador)
5ª manga
Com uma previsão a apontar para um dia mais húmido que ontem, mais nuvens e tecto a subir dos iniciais 2800m para os 3600m possíveis, e embora o vento não fosse fraco (chegou a estar
cerca de 20kmh de WNW), o comité de pilotos desenhou uma manga com 114km.Iniciámos a prova no plano em LaPila, O grupo dos 150 pilotos estava muito coeso, e picada a baliza regressámos todos para os 3Reis para subir aqui. Eu e o Américo subimos bem, o Nuno ficou baixo mas recuperou logo a seguir. A 2ª baliza foi Elefante, a 30km, com um raio de 3km. Para lá chegar fomos "dar uma ganda bolta" pois não havia nuvens que nos permitissem ir directo. Assim, formaram-se 3 grupos. Eu e o Américo estávamos no grupo que fez a volta maior, pois saímos na frente do maralhal e foi mesmo ir debaixo das nuvens que haviam. Entretanto começaram-se a formar uns cúmulos mais à nossa esquerda, e foi por aqui que foi o 2º grupo onde estava o Nuno, e ainda mais à esquerda do Nuno seguia o 3º grupo. No final, junto à baliza lá estávamos todos juntos de novo. Voltámos sensivelmente pela rota que o 2º grupo tinha tomado na ida. A 3ª baliza foi o El Peñon o rochedo que se vê nas fotos em frente à descolagem). Chegámos lá bem altinhos, a cerca de 3000m, picámos a baliza, voltámos a subir umas 2
centenas de metros e lá fomos nós para o plano de novo. A baliza (Tezca) fica no plano a sul da descolagem. Só havia nuvem na baliza e esta estava a uns 14km. Eu passei directo, o Américo teve de subir um pouco antes de lá chegar e o Nuno foi pela direita, em direcção à nuvem mais próxima, embora ligeiramente a desviar da rota da baliza. Resultou muito bem a decisão do Nuno, pois acabou por fazer a baliza coladinho à nuvem, enquanto nós estávamos com pouco mais de 300m para o chão. Com isto o Nuno passa a acompanhar o grupo da frente e o Américo juntou-se a ele. Tiveram de fazer 3 térmicas para voltar à descolagem em contra-vento (com acelerador bem metido e a andar a 25-30kmh!!!) O Américo chegou na frente à descolagem mas mais baixo que o Nuno. Eu estava ainda a fazer a minha térmica intermédia para atacar a descolagem. Cheguei bem baixo, a rapar as árvores e a subir em dinâmico até à descolagem. Vou directamente ao sotavento do El Peñon e começo a
subir numa bolhinha bem fraquinha mas consistente. Enquanto subia, o Nuno já estava a dirigir-se à ultima baliza (Escale) que fica muito próxima de Cerro Gordo. Eu cheguei a pensar que o Américo estava com ele, mas vim a saber que não quando larguei a térmica para ir até Escale e o Américo me disse ao rádio que ainda estava a subir no El Peñon. A chegada a Escale foi de novo bem baixinho, a precisar de subir 200m para chegar ao golo. O dia estava mesmo a morrer. O Nuno estava com o Aljaz Valic, Caron e Maurer. Enquanto que o Maurer atacou a baliza e o golo (Quintanilla)logo directo, o restante do grupo enrolou um bafinho para garantir a chegada ao golo, o que se veio a revelar fundamental, uma vez que o Maurer não chegou ao final. Do grupo do Nuno, só o Caron não foi papado pela Mercury-Allianz-comedora-de-kms-e-térmicas-enfurecidas! Eu lá consegui os metrinhos que precisava e foi pata a fundo
para chegar na frente do grupo de uns 15 pilotos que estavam comigo. Mais uma vez, a Icepeak 3 não engana nem estrabucha! ;)Cheguei com 20 minutos de atraso para o Colombiano que ganhou. O Nuno chegou 5 minutos antes de mim. Em 2º lugar chegou o Andy Hediger. O Américo acabou por ficar muito baixo na ultima baliza e aterrou no planalto a 8km do golo.
Chegaram cerca de 50 pilotos ao golo. O Eric Reed que estava em 1º) não chegou e por isso vai haver mudanças importantes na tabela classificativa. É esperar para ver!
ClOudyo
quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
México 4ª manga

A organização montou uma manga com 83,9km. O vento soprava forte na descolagem. A princípio as condições estavam fracas, pouca térmica, uma turbulência moderada, tecto a 3.400m. Com a inversão a 2.900m (nas primeiras horas de actividade) formou-se turbulência adicionada a térmicas incómodas, o que enervou os pilotos. Alguns afirmam que existem demasiados pilotos agressivos nas térmicas tão apertadas e difíceis. Houve alguns "toques" lá no alto. A manga foi fértil em peripécias: muitos pilotos lutaram com o sotavento da descolagem e dois deles foram parar às árvores. O belga Phil Broers (Airwave), em dia de aniversário, teve uma "gravata", tentou lançar o pára-quedas que não se abriu...e milagrosamente ficou preso no cimo de uma árvore...bela prenda de anos! A japonesa Kaiko também lançou o reserva (este abriu-se) e tal como o colega ficou dependurada na folhagem. Ainda houve mais uns sustos: uma Mantra e uma Magus com grandes colapsos e uma cascata de rotações junto ao paredão de Peñón...mas no final resolveram a questão conseguindo reabrir os parapentes tão perto do chão que os pára-quedas se lançados não teriam altura suficiente para se abrirem!Manga 4
Américo Sousa - 73º Classificado
Américo Sousa - 79º Classificado
Nuno Virgílio - 83º Classificado
Portugal -12º Classificado
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quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
4ª manga
No start (um raio de 6km da descolagem) atrasei-me e acabei por ir atrás da molhada toda, seguimos em direcção aos 3 Reis onde alguns pilotos optaram por subir e seguir altos em direcção a Divisadero, a 1ª baliza, eu optei por ir mais baixo junto à encosta mas sempre com pequenas e potentes bolhas que permitiam não perder altura e aproximar-me do grupo da frente vindo por baixo. Subi no final da crista para fazer a baliza e, já melhor posicionado, fiz o regresso aos 3Reis junto com o Nuno e o Américo. Voltámos a subir nos 3 Reis para fazer a travessia do planalto em direcção às nuvenzinhas da confluência que já chamavam por nós! O grupo hesitou várias vezes a travessia devido á pouca altura para o chão e a transição não ter alternativas de aterragem devido a ser
muito arborizado. Finalmente, e após vários ciclos, lá fomos. Aqui o Nuno teve um embrulhanço com direito a gravata e a pouca altura para o chão foi reduzida ainda mais pois para sair do negativo teve de meter um full-stall. Resolveu rápido mas ficou baixinho e encostou ao Cerro Gordo abaixo da crista. Deu pra safar e continuar na corrida...Subir por baixo das nuvens não foi complicado pois quase todos os 150 pilotos ainda estavam relativamente próximos e por isso foi uma questão de "gestão de espaço aéreo". Rapidamente cheguei à nuvem, juntamente com mais uns 10 pilotos, e decidi tomar a dianteira da corrida já que não havia nada a arriscar, apenas seguir debaixo da estrada de nuvens que nos levou em direcção a Monarca (a 2ª baliza). O Américo e o Nuno levaram uma rota mais directa, atravessando um buraco azul primeiro e ligando na 2ª estrada de nuvens mais pela esquerda. Foi
talvez melhor opção pois no final tinham nos apanhado. Voltámos a subir debaixo da nuvem a 2km da baliza e aqui tomámos uma decisão menos boa ao atacar a baliza directamente, enquanto que outros pilotos fizeram uma volta um pouco maior mas seguiram sempre debaixo das nuvens.Conclusão, ficámos bem baixos na baliza, a pouco mais que 50m das árvores, com algum apoio dinâmico e a verdadeira térmica pónei-selvagem-em-fase-de-acasalamento-preso-num-estábulo!! Foi um "agarra o txan-segura o txan" e saiam da frente que lá vai disto. Lá consegui safar-me e subir uns 200 metrinhos, o Américo perdeu o carrossel e foi tentar subir com o Nuno mais
ao lado juntamente com mais alguns pilotos. Eu arrisquei a vinda contra-vento em direcção a um morrinho onde estavam alguns pilotos a subir que acabou por resultar muito bem. Com isto deixei para trás o Eric Reed, e numa boa linha de ascendência voltei a puxar do acelerador e embora baixo, comecei a aproximar-me do grupo da frente. Foram praticamente 20km contra-vento sem enrolar. A 3ª baliza foi a descolagem, e como não chegámos lá muito altos foi necessário subir de novo. O ESS (End of Speed Section - a linha onde finalizamos o nosso tempo de prova) era logo ali a 8km em Cerro Gordo. Eu estava muito bem posicionado, o Greg Blondeau, o Jean Marc Caron e o Donini estavam comigo, o Eric Reed estava próximo, era preciso ser rápido a subir. Para chegar ao ESS tinhamos de voltar a atravessar o planalto. O Greg sai numa bolha a derivar em direcção ao ESS mas a subir pouco, eu e o resto do maralhal fomos ao G-Spot subir. Entretanto vejo umas 6 ou 7 asas a passar vindos directamente da Descolagem para o Cerro Gordo. Haviam mais algumas asas muito perto do
ESS, mas baixo. Decido ir também, acelerador doseado para não chegar lá demasiado baixo. Consigo chegar na frente do grupo que estava comigo mas não tive a noção se o Greg já lá estava ou não. Fiquei com a ideia de ter chegado nos 20 primeiros... Depois disto foi só subir e ir até à aterragem de Valle de Bravo junto ao lago para validar a prova. O Nuno e o Américo chegaram juntos uns 5-7 minutos depois de mim.Soube na aterragem que o Maurer e o Aebi chegaram colados em 1º, o Tomas Brauner com eles, penso que o Aljaz Valic também chegou muito bem.
Vamos aguardar para ver o que sai na classificação. Enquanto espero, vou comer um taco ;)
ClOudyo
México 3ª manga








1- DONINI, Luca, Boomerang ITA
2- MAURER, Christian, Omega CHE
3- URBAN, Valic, Icepeak XP SVN
4- REED, Eric, Icepeak 3 USA
5- AEBI, Andy, Omega CHE
6- VIRGILIO, Claudio, Icepeak 3 PRT
7- WYSS, Stefan, Icepeak CHE
8- OGDEN, Russell, Ozone Mantra R GBR
8- OHLIDAL, David, AxisPara Mercury CZE
10- SCHALBER, Alex, Swing Stratus WRC AUT
10- KIM, Jin-Oh, Advance Omega KOR
14- BLONDEAU, MacPara Magus 6 FRA
20- BROWN, Sol Tracer BRA
40- VIRGILIO, Nuno, AxisPara Mercury PRT
43- KROLL, Anja, Gin Gliders Boomerang 6 CHE
91- BULGAKOW, Klaudia, Gin Gliders Boomerang 5 POL
108- WISNIERSKA, Ewa, Swing Stratus WRC DEU
121- SOUSA, Americo, AxisPara Mercury 09 PRT
Manga 3
Américo Sousa - 73º Classificado
Nuno Virgílio – 40º Classificado
Amércio Sousa - 121º Classificado
Portugal -13º Classificado
Link para o Voo do Cláudio Virgílio (27 de Janeiro de 2009)
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3ª manga

O início foi trabalhoso, o ar estava mais seco que nos dias anteriores e estava bem mexidinho. Para complicar mais ainda o tecto estava bastante baixo no início (3000m, que são apenas 400 acima do chão, na zona onde foi a espera pelo início da corrida)
Todos nos posicionámos bastante bem e arrancámos com toda a gente para as primeiras balizas.
O regresso ao Peñon, na volta do 2º turnpoint revelou-se bastante complicado e foi onde o Américo acabou por aterrar, tal como bastante mais pilotos.
Eu consegui manter-me num grupo com bom andamento e fui sempre na frente até á baliza seguinte, com o Cláudio logo atrás. Esta parte foi bastante rápida, de nuvem em nuvem e finalmente deu para subir mais (3400)A volta á última baliza revelou-se mais chata devido a ser na planicie, contra vento e onde estava azul (sem nuvem). Aqui fiquei mais baixo e demorei algum tempo a subir novamente no ataque á crista que inicia o planalto da confluencia. O Claúdio manteve o andamento do costume e conectou com o grupo da frente para os 15 km finais.
.. E que final! Foi a fundo, a aproveitar as zonas de ascendência a direito. Nos últimos quilómetros deixou quase toda a concorrência para trás e terminou em 3º!!! Em Grande!!!
Eu cheguei 5 minutos depois, com cerca de 30 pilotos á minha frente.
A prova está com um nível altíssimo, mesmo em mangas tão longas há chegadas massivas, com o final discutido em verdadeiro sprint. Alguns dos principais favoritos já cometeram erros, o que deixa tudo em aberto para os próximos dias. Tudo
pode acontecer!Da nossa parte, o Claudão está imparável e com um andamento avassalador. Os próximos dias vão ser para reforçar a nossa posição e tentar causar uma surpresa a uns quantos.
Fiquem atentos ;)
Hasta luego!!!
Nuno





























